Publicado em 05 de janeiro de 2013 às 11:29

Vim da Terra do Rio



Lá no inicio de tudo, ele foi usado como ponto de referencia, como abrigo, no mais puro sentido de que a agua se tornaria vida.

Vida essa que se transformou em varias outras, com nomes e sobrenomes de uma terra vermelha, onde tudo que se plantava se transformava em riquezas, em alimento do corpo e da alma.


Povo da terra e do rio, que guiados por uma cruz incandescente trilharam progresso e ícones em varias frentes. Se a cruz de fogo dos bandeirantes era para espantar animais e índios, desta terra saiu um desbravador, que doou sua vida pelos indígenas, outros no esporte fizeram historia, alguns de maneira global eternizaram interpretações...


Por mais que longe estavam, sempre voltavam para a terra do rio, às vezes só para vê-lo passar, às vezes para ver quem por ele descia, em boias feitas com câmeras de ar de pneus, rodando mais que estas em uso, por estradas com corredeiras e calmarias, com saltos e remansos.

Mas esse mesmo povo, que tira seu sustento da terra do rio, dá-se a impressão que teima em não acompanha-lo, mas sim remar contra o fluxo, não para se complicar, muito menos para dizer que é capaz do mais difícil e sim para provar que tudo é possível, que lá as coisas acontecem de maneira natural, mesmo que para outros seja incompreensível.

Este mesmo povo tem filhos que lutam contra as dificuldades, mesmo que contra a ordem das coisas, e na contramão do desague das águas, encontra o mar na nascente.






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